SONETO À JUVENTUDE PÓSTUMA
Sou o ontem, o hoje, o amanhã.
Sou o tudo e o nada.
Um caminho, uma estrada.
Sou o vir e por vir.
Estou perto, longe, aqui.
No passado esquecido
Como se não tivesse existido permaneço aqui.
Grandes lutas travadas,
Derrotas, choro, mortes por nada.
Olhe meu legado, nada restou,
A vitória sonhada de ilusão não passou.
Da guerra sôo o bordão restou,
És da nação o futuro,
É o futuro chegou e eu o que sou?
Sidinês da silva 16/03/09


















